KeepWards
KeepWards Block

KeepWards Block
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A edição do KeepWards Block para empresas. Pornografia sempre bloqueada, e o TI escolhe as outras categorias, como redes sociais. O funcionário não consegue desfazer; só o administrador, autenticado, ajusta as regras.

Em planejamento. O motor de bloqueio já foi provado em teste; o console do TI e a implantação em massa ainda não existem.

Três pessoas trabalham em estações com monitores e código na tela, num escritório de janelas amplas.
Créditos da foto

A promessa, e o limite dela.

A empresa compra para reduzir risco e distração, não para vigiar pessoas. A edição foi desenhada para bloquear categorias, e não para ler o que cada um faz.

O que o funcionário não faz

Não desliga o bloqueio, não desinstala o agente, não troca o DNS nem liga uma VPN para fugir dele nas máquinas sob administração. Quem ajusta as regras é o administrador, com segundo fator.

O que ainda escapa

O celular pessoal fora da gestão, a rede de visitantes e o aplicativo que usa endereço fixo ou túnel. O bloqueio é por categoria e por endereço; ele não substitui uma política de uso aceitável.

Transparência é parte do produto. O desenho prevê que o funcionário saiba o que é bloqueado e que há registro de tentativas. O texto exato depende do parecer jurídico sobre LGPD e legislação trabalhista.

O que o TI controla.

Tudo isso é o desenho da edição. Nada abaixo está pronto hoje.

  1. 01

    Categorias

    Pornografia fica sempre ligada. O TI liga redes sociais (como o Instagram), jogos, streaming, apostas e outras, por grupo.

  2. 02

    Grupos e papéis

    Organização, grupos de dispositivos e papéis de administrador, operador e leitor, com segundo fator obrigatório.

  3. 03

    Implantação em massa

    Instalar em muitas máquinas de uma vez, sem passar de computador em computador.

  4. 04

    Relatórios e auditoria

    Totais por grupo e por categoria, e o registro de quem mudou cada regra. Sem navegação individual por padrão.

Afrouxar uma regra tem trava.

Em uma empresa, uma conta de administrador roubada é o maior risco. Por isso liberar é mais difícil do que bloquear.

  1. 01

    Pedido do administrador

    O ajuste sai do console, nunca do computador do funcionário.

  2. 02

    Segundo fator

    O administrador confirma que é ele, além da senha.

  3. 03

    Espera e aviso

    Um tempo de espera antes de valer, com prazo ainda a definir, e aviso a todos os administradores.

  4. 04

    Aplicado e registrado

    A regra muda e fica no registro de auditoria. Bloquear vale na hora.

O que existe e o que falta.

Estado de outubro de 2026, sem arredondar para cima.

Estado da edição Empresa
PeçaEstado
Motor de bloqueio (a base)Provado em ambiente de teste no Windows e no Android. O agente do Windows ainda não foi compilado.
Lista de domínios por categoriaExiste só uma semente de conteúdo adulto. A lista licenciada, assinada e com redes sociais e outras categorias ainda não existe.
Console web do TINão existe. Era “fora da primeira versão” e agora é requisito desta edição.
Implantação em massaNão existe.
Relatórios e auditoriaNão existe.
Parecer jurídico (LGPD e trabalhista)Pendente. Sem ele, a edição não é vendida.
Preço e planoNão definidos.
Ainda não está à venda. A Empresa é a última da ordem de construção: depende da Liberdade e da Família estarem provadas e é a que mais exige engenharia. Não há preço, contrato nem lista de espera.

Enquanto a Empresa não sai, veja o que já está pronto.

O Antivirus é o produto terminado da suíte: instalador, quarentena reversível e limites declarados.